Acorda consumidor, tira a bunda do comodismo!…

Os bancos praticam o ilícito de cartel no Brasil, um abusa mais que o outro, – um rouba mais que o outro e sob o comando de associações, praticam tirania e atrocidades financeiras ao livre arbítrio em prol de interesses unilaterais.

Patrocinam a corrupção, estancam e eliminam a concorrência neste setor e andando de mãos dadas com o governo, cultivam a concentração de rendas e a miséria na nossa sociedade.

E o povo, vulnerável, paga a conta, todavia, moldado em certa acomodação, aceita tudo isto como se fosse a coisa mais natural do mundo. Leia o texto na íntegra

Punição civil sobre o consumidor

No meu entender, da maneira que é aplicada no Brasil, a política dos juros constitui uma “punição civil” sentenciada pelos bancos sobre os vulneráveis consumidores de serviços bancários, principalmente nos casos de inadimplências, quando os bancos deitam e rolam, abusando do direito de abusar – e, como a maioria dos clientes bancários pelo menos uma vez por mês adentra no limite do cheque especial, presume-se que a festa dos juros abusivos continuará por muitos e muitos anos, até que chegue a níveis dignos e humanos.

Quando um cliente bancário usa o limite do cheque especial, o banco lhe cobra uma determinada taxa de juro, porém, se este limite ficar em aberto por trinta dias, a partir do trigésimo primeiro dia, o banco cobra outra taxa de juro, maior ainda, não divulgada e fora dos padrões de mercado, isto é, taxa sobre taxa, pois considera que o cliente ficou inadimplente e geralmente esta taxa duplica, ou triplica e até quadruplica, se forem consideradas as multas e encargos, ao livre arbítrio, entre outras sanções determinadas por esse banco. Leia o texto na íntegra

No banco dos réus

O Banco Finasa S/A terá que pagar R$ 5 mil de indenização, por liberar empréstimo indevidamente em nome de um consumidor, o autor da ação teve o nome incluído no Serviço de Proteção ao Consumidor e o crédito negado no comércio, a decisão é do juiz da Primeira Vara Cível de Brasília.

A instituição financeira, sem a solicitação da vítima, realizou empréstimo no valor R$ 37.724,01 a outra pessoa que se passou pelo consumidor. Leia o texto na íntegra

Você está devendo para um banco?…

Ninguém deve se apavorar quando de repente, se deparar com uma situação destas, pois, como sempre digo, enquanto não for feita uma reforma ampla no Sistema Financeiro Nacional, este fato será inevitável, uma vez que os métodos praticados no mesmo, conduzem o cidadão de bem, independente da sua vontade, a inevitavelmente cruzar por esta incômoda situação.

E se algum dia, por motivos de força maior, você ficar inadimplente com seu banco, por um período de cinco ou seis meses, ou mais, em um débito com valor principal de 10 mil reais, por exemplo e este banco lhe apresentar uma dívida de 30 mil reais, ou mais que isto, não se assuste, pois o uso desta fórmula matemática, em benefício próprio, é muito comum pelos bancos brasileiros e neste momento, você deve ter frieza para raciocinar e nunca ficar apavorado, pois desavisadas, as pessoas sempre tomam um choque e, de imediato, perdem por alguns instantes, o poder de raciocinar e consequentemente a noção do lógico e, desorientadas, ficam sem rumo, tornando-se assim em fáceis presas para os bancos.

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Bancos imaginam que o consumidor é idiota

Os bancos brasileiros continuam achando que somos todos idiotas e subestimam a nossa percepção tentando nos enganar com baboseiras diversas, balelas variadas e ampla demagogia apresentada em comerciais de tv, quando, se passando por bonzinhos e protetores do universo, do planeta e da natureza, imaginam talvez, que iremos acreditar em peças teatrais montadas com contextos fictícios repletos de papo furado e lorotas.

Todo o mundo já sabe que cuidar do meio ambiente é um dever de cada cidadão, mas compete aos poderes constituídos e órgãos ligados a esta área administrar esta delicada questão, com amor à causa, muito respeito e dedicação e ainda, políticas sérias e incentivos a estudos e técnicas naturais desenvolvidas por laboratórios sociais criados para esse fim.

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Participação no QG Podcast

Em junho de 2008, Marcos Antonyo fez uma participação especial no “QG Podcast” do site “QGnet.com.br“, durante o programa foi realizado um debate sobre direitos do consumidor, com ênfase a problemas bancários.

QG Podcast 10 - Direitos do consumidor
Confira Marco, Tom, Pi, Harn e Sr. Marcos em um bate-papo sobre direitos do consumidor, neste podcast, descubra o que é necessário para abrir um banco, qual dos membros do QG tem uma placa de metal na cabeça, problemas com chantily e não deixe de conhecer os seus direitos.

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