O endividamento das famílias só aumenta

O endividamento das famílias com bancos continua aumentando no Brasil e prossegue batendo recordes em meio a pandemia de Covid-19 e, conforme números divulgados pelo Banco Central do Brasil, esse endividamento atingiu números absurdos nos últimos doze meses, superando o período critico do ano 2005.

Ainda segundo números divulgados, na alta do endividamento das famílias, entram no cálculo todas as dívidas com os bancos e, o comprometimento da renda das famílias com empréstimos bancários diversos chegou a índices alarmantes nos últimos meses no Brasil.

E, na prática indica que o elevado endividamento, – certamente levará as famílias a uma incômoda inadimplência que gerará muito sofrimento financeiro que consequentemente resultará também à inadimplência de seus membros como pessoas físicas, afetando diretamente as suas vidas e, até dificultando a retomada ao mercado de trabalho.  

No meu entendimento, o endividamento das famílias na pandemia se faz devido a uma permanente campanha de indução psicológica que atrai propositalmente o consumidor bancário a uma oferta automática de credito bancário levando-o na direção de armadilhas financeiras criminosas, comprometendo toda a renda mensal das famílias por anos seguidos.  

Alguns bancos, usando um falso respeito ao consumidor até orientam a prática de um consumo responsável por parte do seu cliente, porém, o apelo ao consumo praticado pelos bancos seria muito mais forte, com facilidades infinitas para crédito como, o envio de prévia aprovação de cartão por e-mail e ainda quando, – alguns bancos até enviam cartões de créditos nos endereços de clientes e, em outros casos até, efetivam empréstimos financeiros nas contas de clientes sem autorizações destes.

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