Não quero mais receber ligações de telemarketing de bancos

Tem sido recorrente no Procon de São Paulo o incômodo abuso contra o cidadão consumidor por parte de bancos, administradas de cartões de crédito e empresas de telemarketing com ligações indesejáveis a qualquer momento no domicílio ou no trabalho, com o agravo da parte de algumas operadoras de telefones que utilizam do cadastro de seus clientes para enviar publicidade de produtos e serviços já pré-aprovados em parcerias com os bancos.   

Denuncie aqui – acesse o link abaixo do serviço-online do Procon.SP para não receber mais estas ligações: https://bloqueio.procon.sp.gov.br/#/

Conforme a Lei Estadual 17334/2021 fica instituído no âmbito do Estado de São Paulo o cadastro para bloqueio do recebimento de ligações telefônicas e ou SMS de bancos e de empresas de telemarketing buscando o titular da linha, terceiros ou a quem receber a ligação ou a mensagem pelo aparelho ou aplicativo, enviadas por bancos e empresas com sede ou domicilio em qualquer Estado Brasileiro que incorrerão pelas penalidades de forma solidária.

Agência Vila Santa Catarina-SP da Caixa Econômica Federal

Rotineiramente utilizo dos serviços de uma Agência da Caixa Econômica Federal localizada na Avenida Santa Catarina – 1796, no bairro do mesmo nome na região do Jabaquara em São Paulo onde, na busca de um simples serviço sou obrigado esperar entre duas e três horas para ser atendido, isso quando estrategicamente escolho comparecer fora dos dias do pico de movimento, fugindo no período entre o final e o inicio do mês, período este que acredito ser insuportável para qualquer cidadão consumidor ser atendido dignamente nesta agência, pois, uma rotina vergonhosa denuncia dezenas de pessoas de todas as idades em pé em enorme fila única a partir da porta desta agência que se estende por todo o quarteirão quase todos os dias para serem atendidas por uma única funcionária que adota critério evasivo de prioridade, ignorando a possibilidade das pessoas consumidoras usufruírem dos seus direitos adquiridos, como se ali estivessem aguardando favores ou à espera de presentes a serem oferecidos pela Caixa Econômica Federal – o banco que se diz ser de todos os brasileiros. 

Leia o texto na íntegra

Faltam aos bancos coragem para proteger seus clientes

Quando será que o governo brasileiro, as autoridades financeiras e os bancos vão ser capazes de inventar um mecanismo ou outra forma qualquer para proteger e beneficiar, de fato, o cidadão consumidor bancário no que se refere à segurança nas transações financeiras através da internet e de aplicativos? – Em se partindo da ótica e raciocínio de um cidadão comum consumidor passa a impressão que os bancos estão facilitando as coisas para os vigaristas de plantão e profissionais dos golpes em geral, já que os aumentos dos crimes financeiros nas ruas crescem a todo dia e autoridades e bancos não tomam nenhuma providência, testemunhando de camarote o flagrante de o circo pegar fogo com os consumidores no seu interior. 

Leia o texto na íntegra

Bancos respondem por todos prejuízos causados ao consumidor

Uma grande parte dos casos policiais noticiados nos últimos dias na tv envolvem bancos, são ocorrências com quadrilhas de golpistas e estelionatários que praticam diversos crimes sobre os vulneráveis cidadãos clientes consumidores de bancos vitimados por todos os tipos de delitos que como uma praga insistem em perpetuar diante da passividade tendenciosa frente a inoperância dos sistemas dos bancos e da inércia do poder público, das autoridades financeiras e dos governos que fingem não ter conhecimento da audácia e da evolução de crimes que na velocidade da luz geram caos e apavoram as pessoas nas ruas, em estabelecimentos comercias e até nas casas.

Leia o texto na íntegra

Leia para uma criança o Código de Defesa do Consumidor

As crianças consumidoras brasileiras entram na mira dos bancos com o oferecimento de vários produtos e serviços na modalidade infantil como, poupanças personalizadas, contas kids, personagens com bonecos, cartões de créditos especiais, monstrinhos exclusivos e outros atrativos financeiros específicos para a criançada e, a intenção é – semear entre estes pequenos consumidores uma iniciação de intimidade, para, em poucos anos à frente os bancos se perpetuarem no domínio total da vida financeira destes para que, já quando adultas, seja selado sobre estes o trágico destino de consumidores eternamente escravos dos bancos brasileiros.

Leia o texto na íntegra