Bancos x Crise + Pandemia = Festa

Enquanto os cidadãos e empresas, digo, 95% da sociedade brasileira atravessam por uma devassa financeira, devido uma pandemia horrorosa, os bancos continuam fazendo a festa com a multiplicação do dinheiro dos brasileiros e, – o termo festa, só para os bancos, não seria um exagero, já que o povo não possui dinheiro, devido à falta de emprego e de recurso para sobreviver e – as empresas não possuem dinheiro para se manter operando, devido aos inúmeros problemas causados durante o período de pandemia.

Qual seria a matemática praticada pelos bancos que somente eles conseguem ganhar lucros líquidos bilionários anos seguidos, batendo recordes sobre recordes em plena pandemia?

Qual seria o segredo dessa mágica?

Seria abusos sobre abusos sobre os consumidores?

Seria desigualdade plena nas relações de consumos?

Segundo noticia do Portal Uol do dia 06 de agosto 2021, o lucro liquido dos 4 maiores bancos brasileiros subiu 90% em um ano e já é o 3º maior da história, – em plena pandemia que assola a sociedade consumista brasileira.

O lucro dos maiores bancos brasileiros com ações negociadas na Bolsa somou R$ 23,161 bilhões líquidos no segundo trimestre, resultado este que representa alta de 90% em relação ao mesmo período do ano passado, quando Itaú Unibanco, Bradesco, Banco do Brasil e Santander lucraram R$ 12,164 bilhões líquidos e, na comparação com o primeiro trimestre de 2021, o ganho aumentou 24,5%.

Em termos reais, ou seja, considerando a variação da inflação medida pelo IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, o lucro recorde ainda é o do quarto trimestre de 2019, R$ 23,650 bilhões, – de acordo com levantamento feito para o UOL pela empresa de informações financeiras Economatica, seguido pelo resultado do segundo trimestre de 2015, de R$ 23.220 bilhões, então em terceiro lugar, o agora, do segundo trimestre.

No segundo trimestre da pandemia de 2021 os 4 maiores bancos brasileiros faturaram uma fortuna considerável e o Itaú Unibanco lidera com o lucro de R$ 7,56 bilhões líquidos,

Seguido pelo Bradesco com R$ 5,974 bilhões líquidos,

Seguido pelo Banco do Brasil: R$ 5,524 bilhões líquidos,

E por último o Santander: R$ 4,103 bilhões líquidos.

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