Pagar fatura do cartão em 60 vezes é arapuca

Um dos maiores bancos brasileiros que disputa uma fatia na capitania hereditária financeira no cenário consumista no nosso país, resolveu parcelar o saldo devedor das faturas dos cartões dos consumidores em até 60 meses, disponibilizando a concessão através de formas e modalidades, inclusive dos terminais eletrônicos, modalidade esta que no meu modo de ver já seria um agravo na armadilha abusiva que prejudicaria enormemente quem desse serviço se utilizar. 

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Parcele seu cartão de credito em mil pedacinhos

Quando surgiu, o cartão de credito seria uma coisa boa para o consumidor bancário brasileiro, todavia, hoje em dia, esse pequeno passaporte para a felicidade, não passa de uma ferida aberta na vida do consumidor moderno e arde muito na pele quando usado errado, portando, – jogar no lixo esse tipo de serviço seria a atitude mais recomendada, eliminando assim parte da desventura que assola e persegue os dias de consumo errado na vida financeira de quem desse serviço se utiliza.

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Um novo normal

Nos últimos meses de pandemia notei na mídia diálogos de pessoas formadoras de opiniões e ainda autoridades versando da manutenção do começo de uma retomada de rotina diante de um possível fenômeno social o qual denominam de o “novo normal” no que se refere às futuras condutas na prevenção do contágio do vírus que atualmente nos assombra.

Chama atenção na tv a existência de uma enorme corrente positiva de solidariedade com a prática de doações diversas partindo de empresas, pessoas comuns e artistas em prol de órgãos filantrópicos e pessoas em necessidades financeiras.

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Seu nome na Serasa por 5 anos

Confinamento, redução de salario e desemprego, contribuem para que as pessoas parem de pagar algumas prestações dos compromissos com o seu banco que, por sua vez, não hesita em acionar as empresas de restrições contra cpf quando, de um dia para o outro informam ao consumidor por correspondência do feito, arrancando bens, com preferencia em especial a automóvel financiado, sem sequer preocupar quais os motivos alegados pelos consumidores, sujando seu nome, como se esse fosse um criminoso e por isso merecia ficar com seu nome à marginalidade.    

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